domingo, 10 de fevereiro de 2013

ENERGIA SOLAR - alternativa para o amazonas

Segundo coordenador do Ceclima, 27 municípios do AM têm o consumo de energia baixo, e o ideal seria atendê-los com energia solar (Foto: Mariane Rossi/G1)


Segundo a Eletrobrás, geração solar é distribuída em Parintins desde junho. Para Ceclima, o ideal seria atender municípios do Estado com energia solar.


Representantes da Eletrobras Amazonas Energia e de empresas internacionais avaliaram na manhã desta quarta-feira (28) formas de geração de energia e distribuição de energia renovável para tirar comunidades do Estado do 'isolamento elétrico'.

As discussões fizeram parte do painel 'Avanços de Projetos de Micro e Mini geração Distribuída e os Principais Desafios na Adaptação das Novas Normas e do Net Metering no País', do Simpósio Internacional de Energia Sustentável Amazonas Greenenergy, realizado pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS).

A assistente da diretoria de distribuição do sistema Eletrobras, Elaine França Fonseca, enumerou os principais desafios e dificuldades enfrentados na região amazônica, mas garantiu que a empresa tem projetos específicos para vencer as peculiaridades do Amazonas. "Um exemplo é o projeto de P&D no valor de R$ 22 milhões que está sendo executado no município de Parintins. Trata-se de um programa de demonstração que pode ser aplicado em outros municípios", explicou.

Combate ao isolamento

Ela esclareceu também que ao longo do projeto serão instaladas seis distribuidoras, além da implantação de modificações necessárias para que o sistema elétrico seja bem executado. Entre as alterações estão: implantação da medição inteligente; automação e distribuição de energia e dados por meio de cabos de fibra ótica em toda a cidade; geração distribuída igualitariamente e instalação de quatro torres de comunicação, via rádio, para garantir a comunicação entre os medidores com monitoramento por imagem.

Elaine Fonseca relatou que já há geração solar distribuída em Parintins desde junho deste ano. "Estamos em negociação com o fórum do município para instalarmos um painel de geração solar", contou. Já o gerente de negócios da empresa Dresse-Rand Guascor, Marcelo Pinho, ponderou que o Brasil está tecnologicamente avançando no processo de geração de energia solar de qualquer parte do território nacional. "Tecnologicamente, temos condições de instalar energia solar em comunidades, mas o que acontece é que a iniciativa privada está voltada para o comércio", afirmou.

De acordo com o coordenador do Centro Estadual de Mudanças Climáticas (Ceclima) da SDS, João Henrique Souza Talocchi, atualmente 27 municípios do Amazonas têm o consumo de energia baixo e o ideal seria atendê-los com energia solar. "Ainda temos muitas comunidades com dificuldades de acesso à energia baseadas em geradores a diesel que possuem um custo social, ambiental e econômico muito alto. Estamos tentando incentivar o uso de energias renováveis, como energia solar, micro usinas hídricas, usinas eólicas e biomassa para auxiliar essas comunidades", completou.

 

Fonte: G1

sábado, 9 de fevereiro de 2013

SUPERTEMPESTADE SOLAR


Supertempestade Solar pode atingir a Terra a qualquer momento segundo cientistas



O alerta é da Academia Real de Engenharia do Reino Unido. A previsão assusta porque os cientistas só vão saber 30 minutos antes.

Um alerta da Academia Real de Engenharia do Reino Unido causa preocupação ao redor do mundo. Uma supertempestade solar pode atingir a Terra a qualquer momento.

O efeito pode ser devastador. Segundo o autor do estudo, uma tempestade dessas dimensões ocorre a cada 150 anos. O cientista também afirma que os governos precisam ter um plano de emergência para enfrentar um apagão longo e de grandes proporções.




Fonte: Site Bom Dia Brasil
Disponível em: http://glo.bo/VIiHnu
08/02/2013 07h49 - Atualizado em 08/02/2013 08h08

PAINÉIS SOLARES NA ANTÁRTICA

Painéis solares vão alimentar o que restou da estação brasileira na Antártica

Módulos Meteoro e Ozônio, que ficam afastados da Estação Comandante Ferraz. [Imagem: INPE]

Energia solar

Depois de constatar que as perdas científicas na Antártica são menores do que se imaginava, em razão do incêndio que atingiu a Estação Comandante Ferraz, os pesquisadores se preparam agora para cuidar do que sobrou.

Um grupo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) está se deslocando para a Ilha Rei George, na Antártica, onde fica a Estação Comandante Ferraz, levando painéis solares para gerar energia necessária para manter operacionais os equipamentos científicos não atingidos.

A instalação dos painéis solares, e de baterias para permitir o funcionamento noturno, será feita sobre tudo no sistema de instrumentação meteorológica, que não foi atingida pelo incêndio.

As providências permitirão que o Brasil mantenha alguma atividade no local até que a base seja reconstruída.

Mudança

O grupo também irá avaliar as condições dos módulos e equipamentos do INPE, praticamente os únicos a não serem atingidos pelo fogo.

Alguns instrumentos que fazem medidas sobre a camada de ozônio, ondas de gravidade e outros parâmetros da alta atmosfera serão transferidos e instalados em áreas de outros países que mantêm cooperação com o Brasil.

Enquanto alguns experimentos irão para a base chilena Presidente Eduardo Frei, também na Ilha Rei George, outros virão para a cidade de Rio Grande, na província da Terra do Fogo, Argentina, que fica próxima a Ushuaia (a cidade mais austral do mundo).

Instalados em módulos próximos, mas não contíguos às demais instalações da Estação, os laboratórios do INPE chegaram a servir de abrigo aos cientistas durante o incêndio.

Batizado de “Meteoro”, o módulo de meteorologia fica ao lado do “Ozônio”, que contém instrumentos para estudos da camada que envolve a Terra. Também há o “Ionosfera”, que fica a cerca de 300 metros da estação, e o módulo “Alta Atmosfera”, situado a aproximadamente um quilômetro de distância.

Sem tempo

No momento do acidente, especialistas do INPE estavam na Antártica preparando a instrumentação para as medições durante o inverno.

Não houve tempo de concluir as atividades de manutenção e calibração dos sensores, tampouco proteger os equipamentos, que ficaram sem energia, prejudicando estudos que necessitam de dados contínuos. Daí a importância deste retorno à Antártica.

Fonte: Laboratório Solar Fotovoltaico – UFJF
Disponível em: http://www.ufjf.br/labsolar/2012/08/21/paineis-solares-vao-alimentar-o-que-restou-da-estacao-brasileira-na-antartica/

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

ENERGIA RENOVÁVEL

Renda e Energia Renovável





A Caixa Econômica Federal, por intermédio do Fundo Socioambiental Caixa, financiou projeto de geração de renda e energia renovável, que vai beneficiar mil residências do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) na Bahia. A iniciativa promoveu o treinamento em Segurança no Trabalho em Altura para moradores dos condomínios Morada do Salitre e Praia do Rodeadouro, ambos em Juazeiro (BA).

O projeto consiste na instalação de sistemas de microgeração eólica e solar em unidades habitacionais do PMCMV, além do treinamento dos moradores como profissionais de instalação e manutenção de painéis solares. Das 40 pessoas que participaram da iniciativa, 17 são mulheres. Isso permitirá uma renda para famílias com rendimento inferior a três salários mínimos.

A energia gerada irá abastecer as áreas comuns de cada condomínio, devolvendo à rede de eletricidade o que não for utilizado. A estimativa é de que tal medida pode representar a geração de um valor mensal de renda extra de até R$ 110 para cada família. A energia não consumida pelo condomínio poderá ainda, ser vendida à concessionária ou a consumidores livres, gerando renda que será dividida entre os moradores, podendo também ser utilizada em melhorias das condições locais.

Além de beneficiar as famílias com uma renda extra, o projeto produzirá energia limpa e renovável, contribuindo para a redução de gases de efeito estufa, além de proporcionar incentivo à organização social, à formalização de empreendedores individuais e à participação em ações de formação e capacitação técnica.

Trabalho em Altura – Trabalho em altura é toda atividade executada acima de dois metros do nível inferior em que haja risco de queda. Foram realizadas práticas de colocação de cabo guia, uso de equipamentos e escadas, e técnicas de subidas e amarrações, conforme instruções normativas da NR35. Essa norma e estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos com essa atividade.

Além do treinamento prático, os participantes tiveram aulas teóricas, que abordaram os seguintes temas: normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura; análise de riscos potenciais inerentes em altura; condutas em situações de emergência, incluindo técnicas de resgate e primeiros socorros; sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva e individual.

Fundo Socioambiental – Desde 2006, o Programa Caixa Objetivos do Milênio (ODM) vem criando oportunidades nas áreas de educação e geração de trabalho e renda. O Fundo Socioambiental Caixa, instituído em 2010, destina recursos correspondentes a até 2% do lucro anual do banco para apoio a projetos socioambientais.

O acompanhamento dos projetos selecionados é realizado pelos Comitês Regionais Caixa ODM, vinculados às Superintendências Regionais da Caixa, de forma a garantir que o apoio do Fundo Socioambiental Caixa represente um avanço do compromisso do banco, na promoção da cidadania e da sustentabilidade econômica e socioambiental no país.

Fonte: Ambiente Energia - Disponível em: http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2013/02/renda-e-energia-renovavel/21867/

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

USINA SOLAR TANQUINHO

CPFL Energia investe R$ 13,8 milhões na Usina Solar Tanquinho  – Campinas - SP

A usina tem uma capacidade instalada de 1,1 MWp e vai gerar aproximadamente 1,6 GWh por ano
A CPFL Energia inaugurou nesta terça-feira (27/11) a Usina Tanquinho, a primeira de energia solar do estado de São Paulo e a maior do país.
A usina tem uma capacidade instalada de 1,1 MWp e vai gerar aproximadamente 1,6 GWh por ano - o suficiente para abastecer mensalmente 657 clientes com um consumo médio de 200 KWh/mês. 
 O projeto está localizado em uma área de 13.700 metros quadrados da Subestação Tanquinho, uma das distribuidoras do Grupo CPFL, em Campinas (SP).
Usina de Tanquinhos é a primeira de energia solar no Estado de São Paulo

 A usina de geração de energia limpa e renovável com painéis solares fotovoltaicos foi aprovada em dezembro de 2011 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e absorveu investimentos de R$ 13,8 milhões em pesquisa e desenvolvimento.
 A CPFL Renováveis, subsidiária do Grupo CPFL, foi a responsável pela construção do empreendimento e será a responsável pela gestão e operação da usina. 
 "A demanda de energia solar ainda é incipiente no Brasil, mas deverá se consolidar nos próximos dois anos", afirma Wilson Ferreira Jr., presidente da CPFL Energia, em nota.
Fonte: Brasil Econômico

Disponível em: http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/cpfl-energia-investe-r-138-milhoes-na-usina-solar-tanquinho_125354.html

MARACANÃ SOLAR

Energia limpa no palco da final da Copa de 2014



Os preparativos para que o Rio receba o Mundial de 2014 já estão a todo vapor e a Light não podia ficar de fora. Em tempos de conscientização ambiental e com a palavra “sustentabilidade” em alta, o uso de energia limpa se faz fundamental. Por isso, a Light e a EDF (Eletricité de France) firmaram uma parceria com o governo do Estado do Rio para implantação do projeto Maracanã Solar.

Palco da final da Copa, o icônico estádio receberá placas fotovoltaicas para a captação de energia solar, que serão instaladas em uma área de 2,5 mil m² sobre o anel de compressão, que suportará sua nova cobertura feita de lona tensionada. Assim, o teto do famoso “Maraca” terá capacidade para gerar 528 mil kwh por ano – cerca de 20% do que ele consome, o equivalente ao consumo anual de 240 residências. O investimento, avaliado em R$6 milhões, ainda evitará o despejo de 2,5 mil toneladas de gás carbônico na atmosfera.

A implantação do Maracanã Solar, aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), não afetará o projeto final nem o cronograma de obras. A energia limpa começa a ser gerada já no início do ano que vem. Além disso, os painéis também podem ser colocados em outras instalações do complexo, como o Maracanãzinho, o Parque Aquático Júlio de Lamare e Estádio de Atletismo Célio de Barro; e do entorno, como a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

A parceria ainda vai render R$ 10 milhões para serem investidos em projetos de eficiência energética em outras instalações públicas.

A Light está sempre trabalhando para gerar mais energia para você, o esporte e o meio-ambiente. E energia limpa! Tudo em busca de um planeta mais sustentável e melhor para todos. Faça você também a sua parte e vamos juntos torcer pelo Brasil!


Publicado em 17/01/12
Fonte: CONEXÃO LIGHT
Disponível em: http://conexaolight.com.br/01/maracana-solar-energia-limpa-no-palco-da-final-da-copa-de-2014/

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

MINEIRÃO SOLAR - Minas Arena


Figura: Minas Arena

Vencedora da licitação para a execução do projeto da Usina Solar Mineirão, a Martifer Solar, iniciou as obras para a instalação de uma usina solar fotovoltaica na cobertura do estádio que será um dos palcos dos jogos da Copa das Confederações, em 2013, e da Copa do Mundo Fifa em 2014. A primeira parte, que envolve a impermeabilização, já encontra-se em andamento. Na semana passada, foi dado início na preparação e na limpeza da cobertura  construída de concreto. A previsão é que a impermeabilização seja concluída ainda neste mês.

O projeto é parte do programa Minas Solar 2014, da Companhia Energética de Minas Gerais - Cemig. Após a montagem dos módulos solares fotovoltaicos no Mineirão, a Companhia dará início ao processo de licitação para implantação de uma usina fotovoltaica de 1,1 MW no Mineirinho.

Segundo o gestor do programa e engenheiro da Cemig, Alexandre Heringer Lisboa, a empresa portuguesa Martifer Solar é responsável pela implantação da Usina Solar Mineirão,  que inclui a elaboração dos projetos executivos estrutural e elétrico, impermeabilização da cobertura de concreto, compra dos componentes necessários à montagem da usina - módulos fotovoltaicos, inversores, transformadores, cabos, sistema de supervisão e controle, sistema de proteção -  montagens elétricas e mecânicas, conexão à rede, comissionamento, operação e manutenção de todo o sistema por um período de 24 meses.

Figura: Minas Arena


A montagem das estruturas e módulos da usina solar deverá ser finalizada em janeiro de 2013. Após a montagem, terá início a fase de comissionamento e testes. A operação comercial está prevista para março de 2013.

Capacidade

Com capacidade nominal de 1,42 MW a Usina Solar Mineirão produzirá energia suficiente para atender, aproximadamente, mil residências de consumo médio. Ela será composta de módulos fotovoltaicos montados sobre a cobertura de concreto do Estádio. A radiação solar que incidir sobre esses módulos será convertida em energia elétrica que, por sua vez, será injetada na rede de distribuição da Cemig. O Mineirão receberá uma parcela de, no mínimo, 10% da energia gerada na usina.